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MARIA HELENA NO COMBATE AO COVID19

PREVENÇÃO É SUA MAIOR DEFESA

Boletim Diário Covid19

Para manter a população informada sobre o COVID 19, a Prefeitura de Maria Helena divulga todos os dias boletins oficiais diários sobre os casos.

Boletim de segunda feira dia 26 de julho 2021.

Vacinômetro Semanal Covid19

Vacinômetro para acompanhamento das doses aplicadas da vacina contra o Covid-19 no município de Maria Helena-PR.

Dados Atualizados 18/06/2021

VACINAÇÃO PARA COVID-19 E GRUPOS PRIORITÁRIOS

            Para afim de informações para a população segue grupos prioritários da vacina para COVID-19.

            O município de Maria Helena-Pr segue as recomendações da Secretária de Estado da Saúde do Paraná e do Ministério da Saúde através da Coordenação de Imunobiológicos.

Segue as recomendações do Estado de acordo com o anexo II do Plano Estadual de Vacinação.

TRABALHADORES DE SAÚDE 1ª ETAPA

Escalonamento da vacinação em Trabalhadores de Saúde que atuam em Serviços de Saúde, visando execução do Plano Estadual de Vacinação Contra a COVID-19 do Paraná.

  1. Trabalhadores vacinadores/aplicadores da vacina contra a COVID-19. (100% vacinados)
  2. Trabalhadores de Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI). (Não possui)
  3. Trabalhadores de hospitais e serviços de urgência e emergência (UPA, SAMU, SIATE), de referência* COVID-19, Clínicas de Diálise, Serviços de Oncologia: (100% vacinados)

3.1 Trabalhadores que atuam na assistência direta a paciente COVID-19; (100% vacinados)

3.2 Trabalhadores de apoio/suporte ao paciente e à equipe que atende COVID-19 (motorista, laboratório, imagem, limpeza, nutrição, entre outros); (100% vacinados).

3.3 Trabalhadores que atuam em Clínicas de Diálise e Serviços de Oncologia, devido ao risco de transmissão do vírus aos pacientes; (Não Possui)

3.4 Trabalhadores em geral, exceto de áreas administrativas. * Serviço de saúde que presta atendimento à paciente COVID-19. (100% vacinados)

  1. Trabalhadores de Centros de Atendimento à COVID-19. (100% vacinados).
  2. Trabalhadores da Atenção Primária à Saúde (APS) e de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). (100% vacinados)
  3. Trabalhadores de laboratórios que coletam ambulatorialmente e processam testes/exames laboratoriais para a COVID-19. (100% vacinados)
  4. Trabalhadores dos demais serviços de Urgência e Emergência, como os Pronto Atendimento (PA) que não são referência para COVID-19 e de hemocentros. (Não possui).
  5. Trabalhadores que atuam na Vigilância em Saúde que desenvolvem atividades de campo relacionadas à COVID-19. (100% vacinados).
  6. Trabalhadores dos demais serviços ambulatoriais e hospitalares, trabalhadores atuantes em farmácias, em sistema funerário que tenham contato com cadáveres potencialmente contaminados (COVID-19), cuidadores domiciliares, doulas, e trabalhadores atuantes em áreas administrativas, inclusive da gerência e gestão da saúde. (100% vacinados).
  7. Trabalhadores de serviços ambulatoriais e hospitalares, públicos e privados, que se encontram em teletrabalho devido pandemia, e demais não listados anteriormente. (Não possui).

IDOSOS

            O município está seguindo criteriosamente as determinações do estado para a vacinação dos grupos prioritários e essa etapa segue a nota informativa nº13/2021 da Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI), que trata da continuidade da vacinação contra a COVID-19, iniciando a vacinação dos idosos com aqueles maiores de 90 anos de idade.

Justificativa:

            Os riscos de agravamento e óbito pela COVID-19 e de vulnerabilidade social orientam a definição dos grupos prioritários delineados no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a COVID-19 (PNO), que tem como objetivo promover a redução da morbimortalidade causada pelo novo coronavírus, bem como a manutenção do funcionamento da força de trabalho dos serviços de saúde e a manutenção do funcionamento dos serviços essenciais.

 

Calculo:

            A população idosa consta estratificada no PNO para as faixas etárias entre 60 e 64; 65 e 69; 70 e 74; 75 e 79; e 80 anos ou mais, para as quais foram definidas as esmavas. Assim, não há uma esmava oficial para a população de idosos acima de 90 anos de idade. Os dados para essa população, constam agregados na faixa etária de 80 anos ou mais. Neste sendo, para se esmar esta população, objeto de pauta desse novo cronograma de distribuição, foi realizada uma projeção linear a parr da pirâmide etária e da tendência observada de queda nas faixas etárias anteriores. Ressalta-se portanto que essa esmava pode ter imprecisões e visa exclusivamente nortear a distribuição das doses aos estados e municípios de maneira proporcional à sua população de idosos acima de 80 anos.

Situação atual da vacinação no município de Maria Helena-Pr:

Doses recebidas:

Data

Doses

Laboratório

Público destinado

20/01/2021

40 doses

Coronavac / Butantan

Profissionais de Saúde 1ª dose

24/01/2021

30 doses

Astrazenica/ Fiocruz

Profissionais de Saúde 1ª dose

08/02/2021

50 doses

Coronavac / Butantan

Idosos acima de 90 anos 1ª dose

17/02/2021

40 doses

Coronavac / Butantan

Profissionais de Saúde 2ª dose

26/02/2021

60 doses

Astrazenica/ Fiocruz

Idosos de 85 a 89 1ª dose

26/02/2021

30 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 80 a 84 1ª dose

08/03/2021

50 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 80 a 84 1ª dose

08/03/2021

50 doses

Coronavac / Butantan

Idosos acima de 90 anos 2ª dose

12/03/2021

30 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 80 a 85 1ª dose

12/03/2021

20 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 75 a 79 1ª dose

19/03/2021

30 doses

Coronavac / Butantan

Profissionais de Saúde 1ª dose

19/03/2021

60 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 75 a 79 1ª dose

23/03/2021

30 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 80 a 84 2ª dose

23/03/2021

50 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 75 a 79 1ª dose

23/03/2021

150 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 70 a 74 1ª dose

25/03/2021

50 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 80 a 84 2ª dose

26/03/2021

20 doses

Astrazenica/ Fiocruz

Idosos de 65 a 69 1ª dose

26/03/2021

60 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 65 a 69 1ª dose

26/03/2021

40 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 70 a 74 1ª dose

26/03/2021

20 doses

Coronavac / Butantan

Profissionais de Saúde 1ª dose

03/04/2021

50 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 80 a 84 2ª dose

09/04/2021

40 doses

Astrazenica/ Fiocruz

Idosos de 65 a 69 1ª dose

09/04/2021

10 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 65 a 69 1ª dose

09/04/2021

20 doses

Astrazenica/ Fiocruz

Profissionais de Saúde 2ª dose

09/04/2021

40 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 70 a 74 2ª dose

09/04/2021

120 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 75 a 79 2ª dose

09/04/2021

30 doses

Coronavac / Butantan

Profissionais de Saúde 2ª dose

09/04/2021

150 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 70 a 74 2ª dose

16/04/2021

120 doses

Astrazenica/ Fiocruz

Idosos de 65 a 69 1ª dose

16/04/2021

15 doses

Astrazenica/ Fiocruz

Idosos de 60 a 64 1ª dose

19/04/2021

10 doses

Astrazenica/ Fiocruz

Profissionais de Saúde 2ª dose

19/04/2021

80 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 65 a 69 2ª dose

24/04/2021

20 doses

Coronavac / Butantan

Idosos de 65 a 69 2ª dose

24/04/2021

95 doses

Astrazenica/ Fiocruz

Idosos de 60 a 64 1ª dose

01/05/2021

190 doses

Astrazenica/ Fiocruz

Idosos de 60 a 64 1ª dose

05/05/2021

80 doses

Astrazenica/ Fiocruz

Idosos de 60 a 64 1ª dose

05/05/2021

10 doses

Astrazenica/ Fiocruz

Gestantes e puérperas 1ª dose

05/05/2021

35 doses

Astrazenica/ Fiocruz

Deficiências Permanentes 1ª dose

05/05/2021

135 doses

Astrazenica/ Fiocruz

Comorbidades 1ª dose

12/05/2021

15

Astrazenica/ Fiocruz

Trabalhadores da Educação 1ª dose

12/05/2021

120

Astrazenica/ Fiocruz

Idosos de 65 a 69 – 85-89 2ª dose

12/05/2021

10

Coronavac / Butantan

Idosos de 60 a 64 2ª dose

18/05/2021

10

Coronavac / Butantan

Gestante e puérperas 1ª dose

18/05/2021

65

Astrazenica/ Fiocruz

Idosos de 65 a 69 2ª dose

21/05/2021

20

Astrazenica/ Fiocruz

Comorbidades 1ª dose

21/05/2021

10

Astrazenica/ Fiocruz

Deficiências Permanentes 1ª dose

21/05/2021

10

Astrazenica/ Fiocruz

Trabalhadores da Educação 1ª dose

28/05/2021

170

Astrazenica/ Fiocruz

Comorbidades 1ª dose

28/05/2021

05

Astrazenica/ Fiocruz

Trabalhadores da Educação 1ª dose

28/05/2021

135

Astrazenica/ Fiocruz

Deficiências Permanentes 1ª dose

07/06/2021

10

Fundação Butantan

Gestante e puérperas 2 ª dose

07/06/2021

50

Astrazenica/ Fiocruz

Comorbidades 1ª dose

07/06/2021

10

Astrazenica/ Fiocruz

Deficiente Permanente 1ª dose

07/06/2021

15

Astrazenica/ Fiocruz

Trabalhadores da educação 1ª dose

07/06/2021

85

Astrazenica/ Fiocruz

População Geral 1ª dose

07/06/2021

10

Astrazenica/ Fiocruz

Assistência Social 1ª dose

15/06/2021

105

Astrazenica/ Fiocruz

Comorbidades 1ª dose

15/06/2021

10

Astrazenica/ Fiocruz

Trab. Educação Básica 1ª dose

15/06/2021

15

Astrazenica/ Fiocruz

Assistência Social 1ªdose

15/06/2021

40

Astrazenica/ Fiocruz

População Geral 40-59 1ª dose

15/06/2021

10

Coronavac / Butantan

Trab. Limpeza e Resíduos Sólidos 1ª dose

15/06/2021

10

Coronavac / Butantan

Reajuste de doses ( 2ª dose)

22/06/2021

24

Pfizer

População de 40 a 59 anos / trab de educação 1ª dose

22/06/2021

40

Coronavac / Butantan

Gestantes e puérperas 1ª dose

28/06/2021

15

Janssen

Caminhoneiro 1ª dose

28/06/2021

15

Janssen

Transp Coletivo 1ª dose

28/06/2021

05

Janssen

Morador de rua 1ª dose

28/06/2021

66

Pfizer

População geral 1ª dose

28/06/2021

30

Coronavac/Butantan

Gestantes 1ª dose

28/06/2021

10

Coronavac /Butantan

Educação básica 1ª dose

05/07/2021

145

Astrazeneca/Fio Cruz

População geral 1ª Dose

05/07/2021

42

Pfizer

População geral 1ª Dose

05/07/2021

10

Coronavac /Butantan

Trab. Limpeza e Resíduos Sólidos 2ª dose

06/07/2021

55

Janssen

Caminhoneiros/Transp. Coletivo 1ª Dose

06/07/2021

60

Janssen

População geral 1ª Dose

06/07/2021

66

Pfizer

População geral 1ª Dose

12/07/2021

130

Astrazeneca/Fio Cruz

Idosos 60 a 69 anos 2ª Dose

12/07/2021

40

Coronavac /Butantan

Gestante /Puérperas 2ª Dose

12/07/201

12

Coronavac /Butantan

População Geral 1ª Dose  40 anos mais

 12/07/2021

90

Pfizer/Biontech

População Geral 1ª Dose 40 anos mais

19/07/2021

100

Astrazeneca/Fio Cruz

População  Geral 1ª Dose 40 anos mais

19/07/2021

10

Coronavac /Butantan

População Geral 1ª Dose 40 anos mais

19/07/2021

30

Coronavac/Butanatan

Gestantes 2ª Dose

19/07/2021

10

Coronavac/Butanatan

Trabalhadores Educação 2ª Dose

22/07/2021

70

Astrazeneca/Fio Cruz

População Geral 1ª Dose

22/07/2021

18

Pfizer

População Geral 1ª Dose

22/07/2021

30

Astrazeneca/Covax

População Geral 1ª Dose

22/07/2021

20

Coronavac/Butanatan

População Geral 1ª Dose

22/07/2021

275

Astrazeneca/Fio Cruz

População 60- 64 anos 2 ª Dose

22/07/2021

60

Astrazeneca/Fio Cruz

Deficiências /Comorbidades 2ª Dose

22/07/2021

120

Astrazeneca/Fio Cruz

60 anos +/Comorbidades /def  2ª Dose

22/07/2021

12

Coronavac/Butantan

População Geral 2ª Dose

 

 

 

 

 

 

Total

4710

Total 1ª Dose

3118

Total 2ª Dose

1592

*Atualizado em 23/07/2021

O total de doses até a presente data é de 4710, sendo que 1592 doses são destinadas a 2º dose e, portanto o quantitativo de pessoas a ser vacinada é de 3118 pessoas, entre profissionais de saúde, idosos, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiências permanentes que recebem o BPC, trabalhadores da educação, gestantes e puérperas e trabalhadores da limpeza, resíduos sólidos, caminhoneiros, transporte coletivo , morador de rua e população geral .

Distribuição e vacina:

A distribuição de doses ocorrerá de acordo com o público alvo determinado no plano municipal de vacinação e seguindo a ordem disponibilizada pela SESA e Ministério da Saúde.

Para os idosos seguiremos as recomendações de vacinar os grupos em ordem decrescente de idade, vacinando sempre os mais idosos para os mais jovens dentro da faixa etária.

Afim de que não haja perca de doses, visto que o frasco possui 10 doses e validade de 8 horas após aberto, a equipe de saúde realizou um levantamento minucioso de idosos por faixa etária e está realizando as doses nas residências.

Até o momento não houve nenhuma perca de dose.

Até o momento recebemos 3 frascos com 9 doses e não 10 e foi comunicado a regional de saúde e NOTIVISA.

Assim que concluído uma faixa etária da aplicação de vacina passamos para a próxima faixa etária. É importante ressaltar que nossas equipes estão preparadas para a vacinação, mas é necessário aguardar as determinações do estado e também a chegada de novas doses do estado para estender o público alvo.

Para dúvidas sobre a vacinação, grupos prioritários a população pode entrar em contato pelo número (44)3662-1029 com Simone Carmen ou Daysi.

Segue abaixo vacinômetro que será atualizado no mínimo uma vez por semana

Perguntas e Respostas Frequentes Sobre o COVID-19

A COVID-19 é a doença infecciosa causada pelo novo coronavírus, identificado pela primeira vez em dezembro de 2019, em Wuhan, na China.

As evidências disponíveis atualmente apontam que o vírus causador da COVID-19 pode se espalhar por meio do contato direto, indireto (através de superfícies ou objetos contaminados) ou próximo (na faixa de um metro) com pessoas infectadas através de secreções como saliva e secreções respiratórias ou de suas gotículas respiratórias, que são expelidas quando uma pessoa tosse, espirra, fala ou canta. As pessoas que estão em contato próximo (a menos de 1 metro) com uma pessoa infectada podem pegar a COVID-19 quando essas gotículas infecciosas entrarem na sua boca, nariz ou olhos.

Para evitar o contato com essas gotículas, é importante manter-se a pelo menos 1 metro de distância das outras pessoas, lavar as mãos com frequência e cobrir a boca com um lenço de papel ou cotovelo dobrado ao espirrar ou tossir. Quando o distanciamento físico (a um metro ou mais de distância) não é possível, o uso de uma máscara de tecido também é uma medida importante para proteger os outros.

Alguns procedimentos médicos podem produzir gotículas muito pequenas (aerossóis) que são capazes de permanecer suspensas no ar por longos períodos. Quando tais procedimentos médicos são realizados em pessoas infectadas com COVID-19 em unidades de saúde, esses aerossóis podem conter o vírus causador da COVID-19. Esses aerossóis podem ser inalados por outras pessoas se elas não estiverem usando o equipamento de proteção individual adequado. Visitantes não devem ser permitidos em áreas onde esses procedimentos médicos estão sendo realizados.

Houve relatos de surtos de COVID-19 em alguns ambientes fechados, como restaurantes, boates, locais de culto ou ambientes de trabalho onde as pessoas podem estar gritando, conversando ou cantando. Nesses surtos, a transmissão por aerossóis – especialmente em locais fechados, onde há espaços lotados e inadequadamente ventilados, onde as pessoas infectadas passam longos períodos com outras pessoas – não pode ser descartada. No entanto, investigações detalhadas desses clusters sugerem que a transmissão por gotículas e fômites também poderia explicar a transmissão humano a humano dentro desses clusters. Mais estudos são necessários com urgência para investigar esses casos e avaliar seu significado para a transmissão da COVID-19.

Os sintomas mais comuns da COVID-19 são febre, cansaço e tosse seca. Alguns pacientes podem apresentar dores, congestão nasal, dor de cabeça, conjuntivite, dor de garganta, diarreia, perda de paladar ou olfato, erupção cutânea na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés. Esses sintomas geralmente são leves e começam gradualmente. Algumas pessoas são infectadas, mas apresentam apenas sintomas muito leves.

A maioria das pessoas (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento hospitalar. Uma em cada seis pessoas infectadas por COVID-19 fica gravemente doente e desenvolve dificuldade de respirar. As pessoas idosas e as que têm outras condições de saúde como pressão alta, problemas cardíacos e do pulmão, diabetes ou câncer, têm maior risco de ficarem gravemente doentes. No entanto, qualquer pessoa pode pegar a COVID-19 e ficar gravemente doente. Pessoas de todas as idades que apresentam febre e/ou tosse associada a dificuldade de respirar/falta de ar, dor/pressão no peito ou perda da fala ou movimento devem procurar atendimento médico imediatamente. Se possível, é recomendável ligar primeiro para a(o) médica(o) ou serviço de saúde, para que a(o) paciente possa ser encaminhada(o) para a clínica certa.

O tempo entre a exposição à COVID-19 e o momento em que os sintomas começam (período de incubação) é geralmente de cinco a seis dias, mas pode variar de 1 a 14 dias.

Se você tiver sintomas menores, como tosse leve ou febre leve, geralmente não há necessidade de procurar atendimento médico. Você pode optar por ficar em casa, fazer autoisolamento (conforme as orientações das autoridades nacionais) e monitorar seus sintomas.

No entanto, se você mora em uma área com malária ou dengue, é importante não ignorar os sintomas da febre. Procure ajuda médica. Ao comparecer ao serviço de saúde, use uma máscara se possível, mantenha pelo menos 1 metro de distância de outras pessoas e não toque nas superfícies com as mãos. Se for uma criança que estiver doente, ajude-a a seguir esta orientação.

Procure atendimento médico imediato se tiver dificuldade de respirar ou dor/pressão no peito. Se possível, ligue para o seu médico com antecedência, para que ele possa direcioná-lo para o centro de saúde certo.

Idosos e pessoas com doenças não transmissíveis, como doenças cardiovasculares (por exemplo, hipertensão, doença cardíaca e derrame), doenças respiratórias crônicas, diabetes e câncer têm um risco mais alto de desenvolver quadros graves da COVID-19.

Após o primeiro relato, no final de dezembro, da doença causada pelo novo coronavírus, o conhecimento sobre suas complicações e sequelas aumentou substancialmente. A principal sequela nos pacientes que tiveram quadro clínico grave de COVID-19 é a fibrose pulmonar. Também foram identificadas miocardite relacionada à infecção, com redução da função sistólica e arritmias; declínio cognitivo de longo prazo, como deficiências de memória, atenção, velocidade de processamento e funcionamento, juntamente com perda neuronal difusa; encefalopatia aguda, alterações de humor, psicose, disfunção neuromuscular ou processos desmielinizantes; sequelas psicológicas relacionadas ao distanciamento social; entre outras.

No momento, existem alguns relatos de indivíduos que foram reinfectados com SARS-CoV-2 (o vírus que causa COVID-19). É provável que haja mais exemplos de reinfecção relatados e os cientistas estão trabalhando para entender o papel da resposta imunológica na primeira e na segunda infecção. A OPAS e a OMS estão trabalhando com cientistas para entender cada ocorrência de reinfecção e a resposta de anticorpos durante a primeira infecção e as subsequentes. 

A principal maneira pela qual a doença se espalha é através de gotículas respiratórias expelidas por alguém que está tossindo ou tem outros sintomas como febre e cansaço. Muitas pessoas com COVID-19 experimentam apenas sintomas leves, particularmente nos estágios iniciais da doença. É possível pegar COVID-19 de alguém com tosse leve e que não se sente doente. Alguns relatórios indicaram que pessoas sem sintomas podem transmitir o vírus. Ainda não se sabe com que frequência isso acontece.

Praticar a higiene das mãos e respiratória é importante em TODOS os momentos e é a melhor maneira de proteger aos outros e a si mesma(o). Sempre que possível, mantenha uma distância de pelo menos 1 metro entre você e os outros, principalmente se você estiver ao lado de alguém que tosse ou espirra. Como algumas pessoas infectadas podem não estar ainda apresentando sintomas ou os sintomas podem ser leves, manter uma distância física de todos é uma boa ideia se você estiver em uma área onde a COVID-19 está circulando.

Uma série de investigações detalhadas descobriram que o SARS-CoV foi transmitido de civetas para humanos na China em 2002 e o MERS-CoV de camelos dromedários para humanos na Arábia Saudita em 2012. Vários coronavírus conhecidos estão circulando em animais que ainda não infectaram humanos. À medida que a vigilância melhora no mundo, é provável que mais coronavírus sejam identificados.

Embora investigações iniciais sugiram que o vírus possa estar presente nas fezes em alguns casos, até o momento não houve relatos de transmissão fecal-oral da COVID-19. Além disso, não há evidências até o momento sobre a sobrevivência do vírus da COVID-19 em água ou esgoto.

Houve casos de animais de pacientes com COVID-19 infectados com a doença. Como órgão intergovernamental responsável por melhorar a saúde animal no mundo, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) vem desenvolvendo orientações técnicas sobre tópicos especializados relacionados à saúde animal, dedicados a serviços veterinários e especialistas técnicos (incluindo testes e quarentena). 

Existe a possibilidade de alguns animais serem infectados pelo contato próximo com seres humanos infectados. Ainda são necessárias mais evidências para entender se animais podem espalhar a doença.

Com base nas evidências atuais, a transmissão de humano para humano continua sendo o principal fator. Ainda é muito cedo para dizer se os gatos podem ser o hospedeiro intermediário na transmissão da COVID-19.

Sim. A probabilidade de uma pessoa infectada contaminar mercadorias comerciais é baixa e o risco de pegar o vírus que causa a COVID-19 em um pacote que foi movido, transportado e exposto a diferentes condições e temperaturas também é baixo.

O mais importante a se saber sobre a presença de coronavírus em superfícies é que elas podem ser facilmente limpas com desinfetantes domésticos comuns, que matam o vírus. Estudos demonstraram que o vírus da COVID-19 pode sobreviver por até 72 horas em plástico e aço inoxidável, menos de 4 horas em cobre e menos de 24 horas em papelão. Como sempre, limpe suas mãos com um higienizador à base de álcool ou lave-as com água e sabão. Evite tocar nos olhos, na boca ou no nariz.

Para pessoas com deficiência, é importante se certificar de que os produtos assistivos, se usados, sejam desinfetados com frequência; estes incluem cadeiras de rodas, bengalas, andadores, macas, bengalas brancas ou qualquer outro item que seja manuseado com frequência e usado em espaços públicos.

O surgimento de mutações é um evento natural e esperado dentro do processo evolutivo dos vírus. As medidas de proteção funcionam para todas as variantes do vírus causador da COVID-19 (SARS-CoV-2) identificadas até o momento. Ou seja, para proteger a si e aos outros, é preciso contiuar a: manter distanciamento físico, usar máscara, ter ambientes bem ventilados, evitar aglomerações, limpar as mãos e tossir/espirrar com cotovelo dobrado ou em lenço de papel.

É provável que os fumantes sejam mais vulneráveis à COVID-19, pois o ato de fumar significa que os dedos (e possivelmente os cigarros contaminados) estão em contato com os lábios, o que aumenta a possibilidade de transmissão do vírus da mão para a boca. Os fumantes também podem já ter doença pulmonar ou capacidade pulmonar reduzida, o que aumentaria muito o risco de doença grave.

Outros produtos para fumar, como bongs, que geralmente envolvem o compartilhamento, podem facilitar a transmissão da COVID-19 em ambientes comunitários e sociais.

Condições que aumentem as necessidades de oxigênio ou reduzem a capacidade do corpo de usá-lo adequadamente colocam os pacientes em maior risco de doenças pulmonares graves, como pneumonia.

As pessoas que vivem com HIV com doença avançada, aquelas com CD4 baixo e alta carga viral e aquelas que não estão em tratamento antirretroviral têm um risco aumentado de infecções e complicações relacionadas. Não se sabe se a imunossupressão causada pelo HIV colocará uma pessoa em maior risco para a COVID-19. Portanto, até que se saiba mais, devem ser tomadas precauções adicionais para todas as pessoas com HIV avançado ou pouco controlado.

No momento, não há evidências de que o risco de infecção ou complicações da COVID-19 seja diferente entre pessoas vivendo com HIV, clinicamente e imunologicamente estáveis ??no tratamento anti-retroviral, quando comparadas à população em geral. As pessoas que vivem com o HIV e estão tomando medicamentos antirretrovirais devem garantir que tenham um suprimento de ao menos 30 dias a 6 meses de remédios e garantir que suas vacinas estejam em dia.

As evidências científicas mais recentes mostram que máscaras são uma medida fundamental para suprimir a transmissão da COVID-19 e salvar vidas. Devem ser usadas como parte de uma abordagem abrangente de “Faça tudo”, incluindo manter distanciamento físico de um metro ou mais de outras pessoas, evitar locais com aglomeração e contato próximo, garantir boa ventilação, limpar frequentemente as mãos e cobrir o espirro e a tosse com o cotovelo dobrado. As máscaras cirúrgicas (ou médicas) podem proteger as pessoas que a usam de serem infectadas e impedir que aqueles que apresentam sintomas espalhem o vírus. A OMS recomenda que os seguintes grupos usem máscaras médicas: • Trabalhadores de saúde • Qualquer pessoa com sintomas sugestivos de COVID-19, incluindo pessoas com sintomas leves como dores musculares, tosse leve, dor de garganta ou fadiga. • Pessoas que cuidam de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19 fora das unidades de saúde Máscaras cirúrgicas também são recomendadas para os seguintes grupos de risco, quando estão em áreas de transmissão generalizada e não podem garantir uma distância de pelo menos 1 metro de outras pessoas: • Pessoas com 60 anos ou mais • Pessoas de qualquer idade com comorbidades de base, como doença cardiovascular ou diabetes, doença pulmonar crônica, câncer, doença cerebrovascular e imunossupressão Já as máscaras de tecido não cirúrgicas (ou caseiras) podem ser usadas pelo público em geral com idade inferior a 60 anos e que não apresentem problemas de saúde subjacentes. Em áreas onde o vírus está circulando, máscaras devem ser usadas quando você estiver em ambientes com aglomeração, onde você não pode estar a pelo menos 1 metro de outras pessoas, e em quartos com ventilação insuficiente ou desconhecida. Nem sempre é fácil determinar a qualidade da ventilação, que depende da taxa de mudança de ar, recirculação e ar fresco externo. Então, se você tiver alguma dúvida, é mais seguro simplesmente usar uma máscara. Você deve sempre limpar as mãos antes e depois de usar uma máscara e antes de tocá-la enquanto a usa. Ao usar uma máscara, você ainda deve manter distância física dos outros o tanto quanto possível. Para ambientes públicos internos, como shopping centers movimentados, edifícios religiosos, restaurantes, escolas e transporte público, você deve usar uma máscara se não puder manter distância física dos outros. Se você receber em sua casa um visitante que não seja membro da sua família/lar (pessoas que não moram junto com você), use uma máscara se não puder manter uma distância física ou se a ventilação for insuficiente. Quando estiver fora de casa, use uma máscara se não puder manter distância física dos outros. Alguns exemplos são mercados movimentados, ruas movimentadas e paradas de ônibus. A combinação ideal de materiais para máscaras de tecido não-cirúrgicas deve incluir três camadas: 1) uma camada mais interna feita de material hidrofílico (por ex., algodão ou misturas de algodão); 2) uma camada mais externa feita de material hidrofóbico (por ex., polipropileno, poliéster ou misturas desses materiais), para limitar a contaminação externa por penetração até o nariz e a boca do usuário; 3) uma camada intermediária hidrofóbica feita de material sintético não tecido, como polipropileno, ou uma camada de algodão, para melhorar a filtração ou reter gotículas. Certifique-se de construir ou comprar uma máscara que permita respirar enquanto fala e caminha rapidamente. Válvulas que permitem que o ar não filtrado escape da máscara são desencorajadas e são um recurso inadequado para máscaras usadas para o propósito de prevenir a transmissão. Acesse aqui a íntegra da orientação “Uso de máscara no contexto da COVID-19”, de 1 de dezembro de 2020 Crianças com 5 anos ou menos não devem ser obrigadas a usar máscaras. Isso se baseia na segurança e no interesse geral da criança e na capacidade de usar uma máscara de maneira adequada com o mínimo de assistência. A decisão sobre uso por crianças de 6 a 11 anos deve ser baseada nos seguintes fatores: se há transmissão generalizada na área onde a criança mora; a capacidade da criança de usar uma máscara de forma segura e adequada; acesso a máscaras, bem como lavagem e substituição de máscaras em determinados ambientes (como escolas e creches); supervisão adequada de um adulto e instruções para a criança sobre como colocar, tirar e usar máscaras com segurança; impacto potencial do uso de máscara na aprendizagem e no desenvolvimento psicossocial, em consulta com professores, pais/responsáveis e/ou profissionais de saúde; configurações e interações específicas que a criança tem com outras pessoas que correm alto risco de desenvolver doenças graves, como idosos e pessoas com outras condições de saúde subjacentes Crianças com 12 anos ou mais devem usar máscara nas mesmas condições que os adultos, principalmente quando não podem garantir uma distância de pelo menos 1 metro de outras pessoas e há transmissão generalizada na área.

Ao fazer compras, mantenha pelo menos 1 metro de distância dos outros e evite tocar nos olhos, boca e nariz. Se possível, higienize as alças dos carrinhos de compras ou cestas antes. Lave bem as mãos após chegar e casa e depois de manusear e armazenar os produtos adquiridos. Atualmente, não há caso confirmado de COVID-19 transmitido por meio de alimentos ou embalagens de alimentos.

Governos são responsáveis perante suas populações e contribuintes e, com tantas vidas e sustentos em jogo, alguns estão compreensivelmente buscando acordos bilaterais com fabricantes a fim de garantir acesso à escassa oferta futura de vacinas.

À medida que autoridades econômicas no mundo todo tentam lidar com choques de receita inéditos, tais estratégias trazem esperança e inspiram confiança. Porém elas também carregam risco. Em tempos normais, o desenvolvimento de uma vacina é longo, complicado e frequentemente com fracassos; é difícil saber quais acordos resultarão em uma vacina de fato.

Pilar COVAX oferece essa solução: através de diversificação de portfólio, reunião de recursos financeiros e científicos e economia de escala, governos e blocos participantes podem compensar o risco de apoiar candidatas fracassadas, assim como governos com capacidade limitada ou nula de financiar suas próprias compras bilaterais podem ter assegurado o acesso a vacinas que salvarão vidas e que de outro modo estariam fora de seu alcance.

O objetivo do Pilar COVAX é colocar fim na fase aguda da pandemia global até o final de 2021. Caso tenha sucesso em seu objetivo, através da alocação adequada de doses seguras e eficazes de vacinas, em fases determinadas pela epidemiologia e saúde pública para desacelerar e, em última instância, interromper a pandemia, poderá salvar milhões de vidas e transformar as perspectivas econômicas de governos e pessoas.

O Pilar COVAX é uma abordagem urgentemente necessária para se chegar mais rapidamente a uma vacina segura e eficaz, através do financiamento, compartilhando os riscos de desenvolvimento e criando capacidade para a fabricação de doses de vacina agora, paralelamente ao desenvolvimento clínico e antes da comprovação de seu funcionamento.

Ele mostrará como os países participantes, ao comprar uma cota de participação de várias vacinas candidatas, em vez de apenas uma ou outra, poderão se garantir contra o fracasso de qualquer candidata individual e garantir vacinas bem-sucedidas de modo custo eficaz e direcionado.

Não, a OMS não recomenda o uso regular de luvas por pessoas no entorno comunitário. O uso de luvas pode aumentar os riscos de infecção em quem usa ou de transmissão para outras pessoas caso sejam tocadas superfícies contaminadas sem que depois as luvas sejam retiradas e as mãos lavadas.

Portanto, em locais públicos como supermercados, além do distanciamento físico, a OMS recomenda instalar na entrada e na saída pontos de higiene das mãos de uso público.

Ao melhorar amplamente as práticas de higiene das mãos, os países podem ajudar a impedir a propagação do vírus causador da COVID-19.

O risco de exposição ocupacional à COVID-19 depende da probabilidade de contato próximo (inferior a 1 metro) ou frequente com pessoas que possam estar infectadas com COVID-19 e pelo contato com superfícies e objetos contaminados.

As decisões referentes ao fechamento ou reabertura de locais de trabalho e à suspensão ou redução de atividades devem ser tomadas à luz da avaliação de riscos, da capacidade de implementar medidas preventivas e das recomendações das autoridades nacionais para ajuste das medidas sociais e de saúde pública no contexto da COVID-19.

As medidas para impedir a transmissão da COVID-19 que se aplicam a todos os locais de trabalho e a todas as pessoas no local de trabalho incluem lavagem das mãos com água e sabão ou desinfetante para as mãos à base de álcool, higiene respiratória (como cobrir a tosse), distanciamento físico de pelo menos 1 metro ou mais (de acordo com as recomendações nacionais), uso de máscaras onde o distanciamento físico não é possível, limpeza e desinfecção regular do ambiente e limitação de viagens desnecessárias. Políticas e mensagens claras, treinamento e educação para funcionários e gerentes, de modo a aumentar a conscientização sobre a COVID-19 são essenciais. O manejo de pessoas com COVID-19 ou seus contatos também é essencial — por exemplo, os trabalhadores que não estiverem se sentindo bem ou que apresentarem sintomas condizentes com a COVID-19 devem ser instados a ficar em casa, a se autoisolar e a entrar em contato com um médico ou com a linha local de informações sobre a COVID-19 para obter orientação sobre exames e encaminhamento.

Nos lugares em que a transmissão comunitária local for alta e o trabalho continuar, permita uma teleconsulta médica, quando disponível, ou dispense a exigência de atestado médico para os trabalhadores que estiverem doentes, para que possam ficar em casa.

As pessoas que estiveram em contato próximo no local de trabalho com pessoas com COVID-19, confirmado em laboratório, devem ficar em quarentena por 14 dias a partir da última vez em que houve contato.

Um contato é uma pessoa em qualquer uma das seguintes situações, desde 2 dias antes e até 14 dias depois do início dos sintomas do caso confirmado ou provável de COVID-19:

  • contato presencial com um caso provável ou confirmado de COVID-19 a menos de 1 metro de distância e por mais de 15 minutos;
  • contato físico direto com um caso provável ou confirmado de COVID-19;
  • prestação de cuidados diretos a um caso provável ou confirmado de COVID-19 sem usar os equipamentos de proteção individual adequados; ou
  • outras situações, conforme indicado nas avaliações de risco locais.

Mais informações: 

Considerações sobre saúde pública e medidas sociais no local de trabalho no contexto da COVID-19

Considerações para quarentena dos contatos de casos de COVID-19

É o maior estudo de controle randomizado do mundo sobre terapias para COVID-19, coordenado pela OMS e envolvendo quase 13 mil pacientes em 500 hospitais de 30 países (dados de 16 de outubro de 2020). 

Os resultados preliminares coletados ao longo de seis meses indicaram que os medicamentos remdesivir, hidroxicloroquina, lopinavir/ritonavir e interferon têm pouco ou nenhum efeito na prevenção de mortes por COVID-19 ou na redução de tempo que a pessoa passa hospitalizada.

Foram analisados os efeitos desses tratamentos na mortalidade em geral, início da ventilação e duração da permanência hospitalar em pacientes hospitalizados. Outras formas de uso dos medicamentos, como no tratamento de pacientes na comunidade ou para prevenção, precisariam ser examinados por meio de diferentes ensaios.

Os resultados do estudo estão sob revisão para publicação e foram disponibilizados no medRxiv: https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.10.15.20209817v1

A plataforma global do Estudo Solidariedade está pronta para avaliar rapidamente novas opções de tratamento promissoras. Medicamentos antivirais, imunomoduladores e anticorpos monoclonais anti-SARS COV-2 mais novos estão sendo considerados para avaliação.

Todo país é soberano para decidir sobre seus protocolos clínicos de uso de medicamentos. Embora a hidroxicloroquina e a cloroquina sejam produtos licenciados para o tratamento de outras doenças – respectivamente, doenças autoimunes e malária –, não há evidência científica até o momento de que esses medicamentos sejam eficazes e seguros no tratamento da COVID-19.

As evidências disponíveis sobre benefícios do uso de cloroquina ou hidroxicloroquina são insuficientes, a maioria das pesquisas até agora sugere que não há benefício e já foram emitidos alertas sobre efeitos colaterais do medicamento. Por isso, enquanto não haja evidências científicas de melhor qualidade sobre a eficácia e segurança desses medicamentos, a OPAS recomenda que eles sejam usados apenas no contexto de estudos devidamente registrados, aprovados e eticamente aceitáveis.

Há um ensaio clínico (série de pesquisas padronizadas) internacional chamado Estudo Solidariedade, que busca ajudar a encontrar um tratamento eficaz para a COVID-19. Foi lançado pela Organização Mundial da Saúde e parceiros em março de 2020. Com base em evidências científicas de pesquisas laboratoriais, em animais e humanos, foram selecionadas no Estudo Solidariedade algumas opções de tratamento para análise quanto à eficácia no tratamento da COVID-19. Uma delas foi o uso de cloroquina* ou hidroxicloroquina. As demais opções foram: o uso de remdesivir; de lopinavir/ritonavir***; e de lopinavir/ritonavir com interferon beta-1a.

Tendo se reunido em 23 de maio de 2020, o Grupo Executivo do Estudo Solidariedade decidiu implementar uma pausa temporária do braço de hidroxicloroquina do estudo, devido a preocupações levantadas sobre a segurança do medicamento. Essa decisão foi tomada como precaução, enquanto os dados de segurança foram revisados pelo Comitê de Segurança e Monitoramento de Dados do Estudo Solidariedade.

Em 3 de junho de 2020, com base nos dados de mortalidade disponíveis, os membros do comitê recomendaram que não havia motivos para modificar o protocolo do estudo. O Grupo Executivo então recebeu esta recomendação e endossou a continuidade de todos os ramos do Estudo Solidariedade, incluindo a hidroxicloroquina.

Posteriormente, com base em novas descobertas, a OMS anunciou em 17 de junho de 2020 que o braço de hidroxicloroquina do Estudo Solidariedade que buscava encontrar um tratamento eficaz para COVID-19 foi interrompido. O Grupo Executivo do estudo e os principais pesquisadores tomaram a decisão baseados em evidências** do Estudo Solidariedade (incluindo dados do estudo francês Discovery), do ensaio Recovery do Reino Unido e de uma revisão Cochrane de outras evidências sobre a hidroxicloroquina.

Os dados e os resultados recentemente anunciados mostraram que a hidroxicloroquina não resulta na redução da mortalidade de pacientes com COVID-19 hospitalizados, quando comparados com o padrão de atendimento.

Com isso, os investigadores não randomizarão outros pacientes para hidroxicloroquina no Estudo Solidariedade.

Esta decisão se aplica apenas à condução do Estudo Solidariedade. A cloroquina e a hidroxicloroquina continuam sendo medicamentos aceitos como geralmente seguros para uso em pacientes com malária ou doenças autoimunes.

Existem outros ensaios em andamento no mundo, além do Estudo Solidariedade.

Confira o documento da OPAS “Atualização contínua da terapia potencial COVID-19: resumo de revisões sistemáticas rápidas” para mais detalhes e informações sobre potenciais tratamentos.

*De acordo com o protocolo de pesquisa inicial, a cloroquina e a hidroxicloroquina foram selecionadas como possíveis medicamentos a serem testados no Estudo Solidariedade. No entanto, os testes só foram realizados com a hidroxicloroquina. Assim, a cloroquina foi removida no dia 25 de maio de 2020 das opções de tratamento em estudo listadas na página do Estudo Solidariedade.

**Essas evidências não se aplicam ao uso da hidroxicloroquina na prevenção de infecções por COVID-19 ou no tratamento de pacientes não hospitalizados, duas áreas em que ainda são necessárias mais evidências sobre a eficácia do medicamento contra o coronavírus.

***No dia 4 de julho de 2020, o braço do estudo relacionado ao uso de lopinavir/ritonavir também foi descontinuado, por produzir pouca ou nenhuma redução na mortalidade de pacientes com COVID-19 hospitalizados quando comparado ao padrão de atendimento.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) não recomendam o uso de ivermectina para quaisquer outros propósitos diferentes daqueles para os quais seu uso está devidamente autorizado, como para tratamento de oncocercose e sarna.

A OPAS tem compilado um banco de dados de evidências sobre potenciais tratamentos para COVID-19 e feito revisões rápidas dos estudos realizados em humanos.

A revisão identificou incerteza nos benefícios e danos potenciais. Embora estimativas sugiram benefícios com ivermectina, fatores como limitações metodológicas dos estudos apontam que as evidências são insuficientes e que mais pesquisas são necessárias para confirmar ou descartar esses achados.

Em 31 de março de 2021, a OMS recomendou que a ivermectina seja usada apenas em ensaios clínicos relacionados à COVID-19, tendo em vista que a evidência atual sobre o uso desse medicamento para tratar pacientes com COVID-19 é inconclusiva.

A dexametasona é um corticosteroide usado para o tratamento de várias doenças por seus efeitos anti-inflamatórios e imunossupressores. O medicamento foi testado em pacientes hospitalizados com COVID-19 nos testes clínicos Recovery, do Reino Unido, e descobriu-se que há benefícios para pacientes em situações graves. De acordo com descobertas preliminares, o tratamento reduziu a mortalidade em aproximadamente um terço nos pacientes em ventilação mecânica, e a mortalidade foi reduzida em cerca de um quinto nos pacientes que precisavam apenas de oxigênio.

No escritório ou na escola, se o uso de ventilador de mesa ou pedestal for inevitável, é importante aumentar as trocas de ar externo abrindo as janelas e minimizar as chances de que o ar exalado por uma pessoa (ou grupo de pessoas) seja transportado para outra. O uso de ventiladores de teto pode melhorar a circulação do ar externo e evitar bolsões de ar estagnado no espaço ocupado. No entanto, é fundamental manter uma boa ventilação externa ao usar ventiladores de teto. Uma maneira eficiente de aumentar a troca de ar externo é abrir as janelas. O ar exalado de uma pessoa infectada diretamente para outra em espaços fechados pode aumentar a transmissão do vírus.
 
Em casa, ventiladores de mesa ou pedestal são seguros para a circulação de ar entre familiares que moram juntos e não estão infectados com o vírus que causa a COVID-19. No entanto, os ventiladores devem ser evitados quando pessoas que não fazem parte da família estão visitando, uma vez que algumas pessoas podem ter o vírus apesar de não apresentarem sintomas.
 
Os sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado, usados para manter a temperatura e a umidade do ar interno em níveis saudáveis e confortáveis, são seguros, desde que regularmente inspecionados e limpos. Com adequada manutenção, esses sistemas podem reduzir a propagação de COVID-19 em espaços internos, aumentando a taxa de troca de ar, reduzindo a recirculação de ar e aumentando o uso do ar externo. Os sistemas que recirculam o ar não devem ser usados.

A OMS, UNICEF e UNESCO divulgaram no dia 14 de setembro orientações atualizadas (que substitui a orientação de 10 de maio) sobre como e quando reabrir escolas com segurança.

A continuidade da educação é fundamental para a aprendizagem, desenvolvimento, bem-estar, saúde e segurança das crianças. As escolas devem ser priorizadas entre as primeiras instituições a serem abertas à medida que as sociedades reabrem.

Dadas as consequências devastadoras para crianças, jovens e sociedades como um todo, as decisões sobre o fechamento de escolas devem ser consideradas como um último recurso, de forma temporária e apenas em nível local, se o surto ainda não tiver sido manejado.

Durante fechamentos, a continuidade da educação deve ser garantida por meio do ensino à distância, potencializando a solidariedade social dentro das comunidades. O tempo de fechamento das escolas deve ser usado para investir na adaptação e melhoria das escolas para que elas possam reabrir o mais rápido possível.

As escolas fazem parte de uma comunidade e conectam as comunidades. Dessa forma, as medidas tomadas para reduzir o risco em uma comunidade também reduzirão o risco nas escolas. Por isso, é importante uma abordagem de toda a sociedade e solidariedade no nível da comunidade para garantir a continuidade da educação em ambientes protegidos da COVID-19.

Não há risco zero, mas as medidas preventivas tomadas para reduzir a transmissão de COVID-19 podem ser vantajosas para toda a sociedade, com a melhoria das práticas que reduzem a propagação de doenças (lavagem das mãos, higiene respiratória e uso de máscara quando apropriado para a idade) e esforço por maior acesso à educação para todas as crianças.

São fundamentais a consulta e coordenação dentro da comunidade escolar, bem como com os pais, para construir confiança e tranquilizar a família sobre a segurança das escolas. As lições aprendidas com crises anteriores (por exemplo, ebola) mostram que a ampla mobilização social e o engajamento dos líderes comunitários são essenciais para tranquilizar a família e ajudar a reduzir significativamente o abandono escolar.

Medidas de distanciamento físico em grande escala e restrições de movimento, muitas vezes chamadas de lockdowns, podem reduzir a velocidade de transmissão da COVID-19, ao limitarem o contato entre as pessoas.

No entanto, essas medidas podem ter um impacto negativo profundo sobre os indivíduos, comunidades e sociedades, ao fazer com que a vida social e econômica praticamente pare. Essas medidas afetam desproporcionalmente grupos desfavorecidos, incluindo pessoas em situação de pobreza, migrantes, pessoas deslocadas internamente e refugiados, que na maioria das vezes vivem em locais superlotados e com poucos recursos e dependem do trabalho diário para sua subsistência.

A OMS reconhece que, em certos pontos, alguns países não tiveram escolha a não ser orientar a população a ficar em casa e outras medidas para ganhar tempo.

Os governos devem aproveitar ao máximo o tempo extra concedido pelas chamadas medidas de lockdown, fazendo tudo o que puderem para desenvolver suas capacidades de detectar, isolar, testar e cuidar de todos os casos; rastrear e colocar em quarentena todos os contatos; engajar, empoderar e capacitar as populações para impulsionar a resposta da sociedade e muito mais.

A OMS tem esperança de que os países usarão intervenções direcionadas onde e quando necessário, com base na situação local.

Os testes diagnósticos de antígeno para COVID-19 (conhecido pelas suas siglas em inglês como Ag-RDT) permitem que profissionais de saúde realizem testagem precisa e rápida para pacientes sintomáticos, mesmo em comunidades remotas. Eles são melhores para determinar se alguém está infectado no momento – diferente dos testes rápidos de anticorpos, que podem mostrar quando alguém teve infecção no passado pela COVID-19. A OPAS está ajudando os países a implementarem novos protocolos de testagem e facilitar o acesso aos testes rápidos de antígeno.

Os testes de diagnóstico PCR, que são altamente precisos e devem ser realizados em laboratório, continuam sendo o padrão ouro, mas o tempo para recebimento de seus resultados pode ser  mais demorado. Dessa forma, os testes de detecção de antígenos não substituem o PCR, mas complementam a detecção do vírus no corpo.  A detecção baseada em antígeno deve ser priorizada para diagnóstico da infecção pelo vírus da COVID-19 em casos sintomáticos, sobretudo em ambientes onde os testes moleculares (por exemplo, RT-PCR) são limitados, indisponíveis, ou estão disponíveis, mas com longos tempos de resposta. Sua utilização deve ser priorizada para casos suspeitos leves ou ambulatoriais e, eventualmente, para contatos de pacientes confirmados. Seu uso em outros tipos de processos – como nos aeroportos ou outros portos de entrada e na busca de casos assintomáticos – não é recomendado atualmente pela OPAS.

A imunidade coletiva (ou de rebanho) é a proteção indireta de uma doença infecciosa que ocorre quando uma população é imune por vacinação ou imunidade desenvolvida por infecção anterior. Isso significa que mesmo as pessoas que não foram infectadas ou nas quais uma infecção não desencadeou uma resposta imune, elas estão protegidas porque as pessoas ao seu redor que são imunes podem atuar como amortecedores entre elas e uma pessoa infectada. O limiar para estabelecer imunidade de rebanho para a COVID-19 não está claro no momento.

Sim. Em dezembro de 2020, algumas vacinas candidatas contra a COVID-19 receberam autorização para uso emergencial em alguns países. Estudos abrangentes sobre várias vacinas candidatas têm relatado resultados preliminares encorajadores. A OMS e a OPAS estão trabalhando com parceiros em todo o mundo para ajudar a coordenar as principais etapas desse processo, incluindo a facilitação do acesso equitativo a vacinas seguras e eficazes contra COVID-19 para bilhões de pessoas que delas precisarão.

O desenvolvimento de uma vacina nova é um processo complexo e demorado, que, em média, leva cerca de 10 anos. Porém, as vacinas contra a COVID-19 são o resultado de anos de pesquisa sobre novas tecnologias e se baseiam nas lições aprendidas ao longo de anos de trabalho para desenvolver vacinas contra SARS e MERS, assim como nas vacinas já disponíveis contra o Ebola. Considerando a atual pandemia de COVID-19, instituições, o setor privado e pesquisadores no mundo todo estão trabalhando numa velocidade e escala sem precedentes, visando a obtenção de vacinas seguras e eficazes contra a COVID-19 em aproximadamente 12-18 meses.

Para estimular a imunidade da pessoa contra o vírus, as vacinas que estão sendo aplicadas no Brasil precisam de uma segunda dose e um período de tempo para que o organismo dê uma resposta imunológica protetora. Cada vacina tem orientações específicas, mas geralmente isto acontece após 10 a 20 dias depois da segunda dose.

Sim. A vacina pode oferecer uma imunidade mais duradoura e trazer mais benefícios em relação à  imunidade natural. Assim, as pessoas devem se vacinar independentemente de já terem sido infectadas ou não pelo novo coronavírus.

Durante a fase de testes das vacinas aplicadas no Brasil não foram detectados efeitos adversos graves. Em geral, as vacinas podem provocar vermelhidão e dor no local da aplicação e, às vezes, febre baixa. Essas reações leves costumam desaparecer em poucos dias.

O período desde o início da pandemia e o advento das vacinas é muito curto. Por isso, ainda não existem evidências sobre intercâmbio das vacinas no processo de imunização. Em princípio, se a vacina exige duas doses, estas devem ser da mesma vacina.

O vírus utilizado nas vacinas é inativado – ou seja, não está vivo. Desa forma, não é possível que uma pessoa se infecte com a COVID-19 por causa da vacina. 

As medidas de higienização das mãos, distanciamento físico e uso de máscara devem permanecer por um bom tempo. A OPAS e a OMS recomendam que as precauções contra a transmissão da COVID-19 sejam mantidas mesmo por quem já estiver vacinado, até que as pesquisas sejam conclusivas. 

Assim, todas as pessoas que tomarem vacinas precisam continuar mantendo todas as medidas de prevenção – como distanciamento físico, uso de máscaras e lavagem das mãos. 

Ainda é muito cedo para saber quanto tempo durará a proteção imunológica determinada pelas vacinas contra a COVID-19. As pessoas que fizeram parte dos testes da fase 3 das vacinas serão acompanhadas por anos para que se conheça por quanto tempo elas terão imunidade.

PREVINA-SE

Lave as mãos com água e sabão ou use álcool em gel.

Cubra o nariz e boca ao espirrar ou tossir.

Evite aglomerações.

Mantenha os ambientes bem ventilados.

Não compartilhe objetos pessoais.

Evite encostar as mãos não lavadas nos olhos, boca ou nariz.

Pronto Atendimento Municipal - PAM

Av. Paraná – Centro

(44) 3662-1034

 

Vigilância Epidemiológica

Rua Bom Sucesso, 487

(44) 3662-1029

 

Município de Maria Helena

Secretaria Municipal de Saúde

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(44) 3662-1033

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